segunda-feira, 13 de junho de 2011

Dia 2 - 30 de Maio de 2011

O dia acordou com muita chuva e trovões à mistura o que nos obrigou a introduzir uma ligeira alteração no programa das festas. Inicialmente este dia seria para irmos visitar a Estátua da Liberdade, mas isso implicava apanhar uma molha, o que não seria muito agradável. Por isso optámos por uma visita mais seca ao Museu de História Natural.

Antes de entrarmos no Museu bebemos o nosso primeiro café no Starbucks (Expresso Dopio) em terras americanas. O café expresso com canela foi uma agradável surpresa, e serviu para abrir a pestana para contrariar o “Jet-Leg”. A visita ao Museu de História Natural correu muito bem, entre ataques de dinossauros e viagens de balão pela savana africana, devidamente registadas em vídeo. O Museu é bastante completo, apesar de algumas das exposições temporárias estarem acessíveis apenas com entradas pagas, que por questões orçamentais optámos por não visitar. Para terminar, é claro que o nosso amigo “Crespovic” tinha de experimentar o seu belo cachorro, que isto de visitar museus faz abrir o apetite.

Por falar em apetite, entretanto chegou a hora de almoço, sendo que a nossa opção recaiu no restaurante Italiano na 8ª Avenida, perto da Rua 42, onde pela primeira vez tivemos conhecimento das regras das gorjetas em vigor nos States. Então é assim, a gorjeta é obrigatória nos restaurantes, sendo o valor normal de 15% do total a pagar. Nos casos em que o cliente ficou muito satisfeito este valor pode chegar aos 20%. O almoço foi muito bom, e durante a conversa com o empregado chegámos à conclusão que Sangria em Inglês também se diz Sangria, e não Sangrilá como inicialmente se suspeitava J.

Depois do almoço ainda tivemos tempo para uma voltinha nas lojas da Rua 42 (lado West), entre elas a Sketchers, onde a amiga Rita acabou por adquirir um belo par de Sapatilhas para fazer inveja às suas amigas do “running”, nos seus treinos pela marginal. Nesta altura, entre lojas e quiosques de comida, gerou-se alguma controvérsia sobre a variedade, nem sempre agradável, de odores que podemos encontrar nas ruas mais movimentadas de NY.

Depois, dirigimo-nos ao cais 83, que fica localizado no final da rua 42, para navegar no Rio Hudson, a bordo do famoso Circle Line Cruises. Este passeio, que tem uma duração de 3 horas, é no meu entender um dos pontos altos desta visita a NY. A perspetiva que temos da cidade a partir do rio é espetacular. Por outro lado, o barco passa junto à Estátua da Liberdade e acaba por contornar na totalidade a Ilha de Manhattan. Para mim, que tenho uma ligação especial com pontes metálicas, por deformação profissional, foi um prazer acrescido poder passar junto de várias pontes suspensas, nomeadamente a famosa Brooklyn Bridge, que curiosamente estava a sofrer uma intervenção ao nível da proteção anticorrosiva.



No final, regressámos ao apartamento para retemperar forças que o programa dos próximos dias prometia ser muito intenso. Nessa noite, optámos por comer num take-away junto ao apartamento, especializado em grelhados, e onde a nossa opção acabou por recair numas asas de frango, com e sem picante.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dia 1 – 29 de Maio de 2011

Saída do Aeroporto da Portela, sem nenhum contratempo, apesar de termos efetuado o Check-in com duas assistentes da Tap sem qualquer experiência, e que estavam a realizar aquela atividade pela primeira vez. Valeu o panorama esverdeado. Todos ficamos com a ligeira sensação que as nossas malas iriam acabar no Dubai... Felizmente correu bem.

Durante o voo também não existiram problemas, apesar de termos saído um pouco atrasados dado ter existido uma passageira que perdeu o passaporte dentro do avião. Foi giro ver toda a gente de rabo para o ar à procura do Passaporte perdido. Hoje em dia o tempo das viagens passa mais depressas, dado que temos ao nosso dispor vários filmes, jogos e programas de televisão para todos os gostos. Quase que desejamos que a viagem não acabe...

À chegada tivemos os procedimentos habituais de controlo dos passaportes, onde tive de informar quantos dias ia estar na América, onde ia ficar, se ia sair de NY e qual a minha profissão em Portugal. Apor aqui o nome Secil não é muito conhecido. Entre recolha de fotografias e impressões digitais lá conseguimos entrar nas terras do Tio Sam. Sem dúvida devo ter aspeto de Árabe.

Depois fizemos a viagem de Táxi até Manhattan, muito bem conduzidos pelo Joseph, um motorista haitiano, que vive nos EUA à mais de trinta anos, mas que gostava de poder voltar à sua terra Natal. Durante a viagem esclarecemos algumas duvidas sobre a cidade e fomos tirando as primeiras fotos para atualizar o Facebook. Antes do Aeroporto tivemos de trocar 2 vezes de táxi por não conseguirem colocar as nossas 4 malas na bagageira do carro... Foi lindo.

À Chegada ao apartamento, conhecemos o amigo Santos, da Republica Dominicana, que nos entregou as chaves. Ô apartamento estava dentro das nossas expectativas.

Para o resto do dia tínhamos programado ir levantar o New York Pass no Plante Hollywood de Times Square e se possível comprarmos os passes para o metro e autocarros. Assim fizemos, na estação de metro compramos os passes e depois descemos no autocarro 101 até à 42st. Depois caminhamos calmamente até Times Square apreciado o movimento e os edifícios que fomos encontrando no caminho, havendo tempo para experimentarmos os famosos Hot Dogs de Nova Iorque... claro que o nosso amigo Crespo não perdeu a oportunidade de encher o seu cachorro com todos os ingredientes possíveis, daqueles que dão uma dor de barriga a qualquer ser humano normal dois minutos depois de serem ingeridos.

A chegada a times square é uma surpresa, pelo movimento, pelas pessoas e pelas cores dos painéis eletrónicos que se encontram na fachada dos prédios. Com facilidade encontramos o Planet Hollywood, e depois decidimos jantar no Mc Donalds de Time Square... Imponha-se que a primeira refeição na Big Apple fosse neste local.

Ao jantar fizemos o briefing do dia seguinte, e decidimos voltar ao apartamento para podermos descansar, dado que a diferença de horas já se fazia sentir. Primeiro optamos por ir de autocarros, mas a coisa não correu muito bem... No fim acabamos por voltar a casa de metro, que como sabemos não se compara com o Metro da nossa Lisboa.

À Chegada ainda houve tempo para irmos comprar comida e afins, numa altura em que o cansaço já era visível, em especial na parte feminina da equipa.